18 de Março de 2012

Feliz Dia do Pai


Pai,
que me abriste o caminho da vida,
como não dizer-te o meu amor?…

Dia a dia, hora a hora,
desembrulhas a prenda que sou;
ofereces-me gestos e olhares,
palavras, sonhos, desafios
e sorris de me ver crescer.
Levas-me à descoberta
da magia dos dias
da sabedoria das horas
e na mesa partes o pão.
Conversas com o Deus ternura
e comigo elevas as mãos.
A tua vida é espelho
onde me aconchego e revejo.
Obrigado pelo que és
obrigado porque te dás.

Pai, é o meu maior tesouro
quero fazer feliz o teu olhar.

o teu filho

Parabéns por me teres dado a vida



9 de Março de 2012

Educar na Fé


Vai realizar-se na tarde do dia 18 de Março, domingo à tarde,
                                               no Auditório do Santuário dos Carvalhos,

                                               uma conferência dedicada ao tema      

                                               EDUCAR NA FÉ 

                                               por D. João Lavrador (Bispo Auxiliar do Porto)

Destina-se a famílias, pais e filhos, a catequistas, e a todos os que têm por missão educar e ajudar a crescer, crescendo também.

Começará às 14h30 e concluirá às 17h00.

É organizado pela Pastoral Familiar e aberto a toda a comunidade, e a todas as comunidades.
Não podemos perder a oportunidade!!

Passem palavra!! Se tiverem intenção de participar, basta aparecer.
No entanto, se possível, confirmem com antecedência para que as condições do local sejam preparadas convenientemente.


Saudações,
A Equipa Vicarial da Pastoral Familiar

A saúde mental dos portugueses


Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no
Público

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas
esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo
epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da
Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No
último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença
psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas
perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com
impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência,
urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das
crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens
infantilizados incapazes de construírem um projeto de vida, escravos
dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos
os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na
escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos
terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade
de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural
que assim seja, dado que a atual sociedade os inebria de direitos,
criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze
anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100
casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo
das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres
humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas
sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém
maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa,
deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de
alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez
mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família.
Nas empresas, os diretores insanos consideram que a presença
prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e
produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de
três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a
casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma
mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão
cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três
anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho
presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela
falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição
da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual,
tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar
que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês,
enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à
atividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e
complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de
escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando
já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com
responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos
números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de
pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um
mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de
um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência
neuronal coletiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se
há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma
inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

Conferências Quaresmais Diocese do Porto






EVANGELIZAR DE NOVO - CONVERTER SEMPRE!
A Nova Evangelização, que podemos considerar a 5ª etapa da evangelização da Europa, requererá a combinação criativa do que mais marcou as quatro anteriores:
  • 1) O testemunho dos primeiros mártires; 2) O recomeço orante dos monges da Alta Idade Média; 3) A conversão ativa dos mendicantes do século XIII; 4) O ardor missionário, interno e externo, da época moderna.
De todos herdaremos, para crescer em comunidades de louvor e missão, face às novas realidades que nos desafiam e esperam!
As Conferências Quaresmais serão proferidas por D Manuel Clemente nos dias 14, 21 e 28 de Março, na Igreja Catedral, às 21h30.


in http://www.diocese-porto.pt

Deserto, lugar de prova e de graça


1. Só secundariamente a Quaresma «prepara» para a Ressur­reição do Senhor. Na verdade, todos os «Tempos» e todos os Domingos do Ano Litúrgico – portanto, também a Quaresma e os seus Domingos – estão depois da Ressurreição e por causa da Ressurreição. E é só sob a intensa luz do Senhor Ressusci­tado com o Espírito Santo (Baptismo consumado: Lucas 12,49‑50) que a Igreja – e cada um de nós – pode celebrar autenti­camente a sua fé, proceder à correcta «leitura» das Escri­turas e encetar a «caminhada» quaresmal. Neste sentido, todos os baptizados são chamados a refazer com Cristo bapti­zado o seu programa baptismal, cujo conteúdo e itinerário conhecemos: desde o Baptismo no Jordão, passando pela Trans­figuração / Confirmação no Tabor, até à Cruz e à Glória da Ressurreição (Baptismo consumado!), escutando e anunciando sempre e cada vez mais intensamente o Evangelho do Reino e fazendo sempre e cada vez mais intensamente as «obras» do Reino (Actos dos Apóstolos 10,37-43: texto emblemático); os catecúmenos, acompanhados sempre pela Assembleia dos baptizados, «pre­param‑se» intensamente para a Noite Pascal Baptismal, início e meta da vida cristã.
2. O Evangelho deste Domingo I da Quaresma (Marcos 1,12-15) oferece-nos a figura de Jesus, acabado de apresentar pelo Pai como «o Filho meu, o amado, em quem está o meu comprazimento» (Marcos 1,11), como sintetizador perfeito da vida do povo de Israel. Eis, portanto, Jesus impelido pelo Espírito no deserto, durante quarenta dias tentado por satanás, em harmonia com os animais selvagens, servido pelos anjos (Marcos 1,12-13). Excelente analepse em que o narrador faz Jesus descer ao chão de Israel, para assumir as suas fragilidades, elevando a dura realidade do pecado do povo, do nosso pecado, a um registro de salvação. O deserto foi lugar de tentação e de queda para o povo de Israel durante quarenta anos, o tempo de uma geração, uma vida inteira, o tempo todo. Mas o deserto era também o lugar da graça, pois era Deus que conduzia o seu povo. Esquecendo a graça, não se passa a prova. Eis, então, que Jesus desce a esse chão, ao nosso chão, experimenta a nossa condição. Atravessa a prova, ressaltando a graça. Harmonia e paz. O homem, eu e tu, nós, recebemos de Deus o mandato do domínio manso da terra e dos animais (Gn 1,26 e 28). Sem sucesso. Também Jesus desce ao nosso nível, e salva pela graça o nosso fracasso, soberanamente convivendo com os animais selvagens. O texto de Marcos não perde tempo a descrever o conteúdo das tentações, nem a acção dos actores, como vemos em Mateus (4,1-11) e Lucas (4,1-13). Marcos apenas faz descer o Filho de Deus ao nosso chão escorregadio, mostrando bem a sua comunhão connosco e o seu domínio manso, novo e seguro. Do mesmo modo que, pouco depois, estando nós atarefados e aflitos em pleno mar encapelado, filmará Jesus a dormir serenamente na nossa barca, à popa (lugar de comando), com a cabeça suavemente deitada numa almofada (Marcos 4,35-41).
3. Note-se também que o «deserto» bíblico que aparece no texto não se ajusta ao que dizem os dicionários ou enciclopádias. Até contradiz esses dizeres. Na verdade, não é um lugar geográfico, mas teológico, pois é apresentado com muita água (João 3,23) cumprindo Isaías 35,6-7, 41,18 e 43,19-20, com árvores (canas) (Mateus 11,7; Lucas 7,24) e relva verde (Marcos 6,39) cumprindo Isaías 35,1 e 7 e 41,19. É um lugar provisório e preliminar, preambular, longe do que é nosso, onde se está «a céu aberto» com Deus, onde troará a voz do seu mensageiro (Isaías 40,3), de João Baptista (Mateus 3,1-3), do próprio Messias segundo uma tradição judaica recolhida em Mateus 24,26. O deserto é o lugar onde se pode começar a ver a «obra» nova de Deus (Isaías 43,19). Mas é um lugar provisório, onde estamos de passagem, e não definitivo, para se habitar lá (à maneira dos Essénios). Sendo um lugar provisório e de passagem, aponta para o definitivo, que é a Terra Prometida, onde Deus fará habitar e descansar o seu povo fiel. Este deserto é uma metáfora da nossa vida, onde sabemos que estamos de passagem. O deserto é todo igual: não tem pontos de referência nem marcos de sinalização. Quer dizer que só podemos prosseguir rumo à Terra Prometida e à Vida verdadeira, se tivermos um bom guia. Aí está o deserto como lugar onde temos de saber escutar a «Voz do fino silêncio» de Deus e ler o mapa da sua Palavra. Agora temos a companhia do Filho, que veio em nosso auxílio.
4. Mas, atenção. Depois do pequeno, mas consolador filme a que acabámos de assistir, em que vimos Jesus a descer ao nosso chão, assumindo e salvando os nossos fracassos, preparemo-nos para ouvir pela primeira vez a sua voz. Sendo os seus primeiros dizeres, são, naturalmente, programáticos para o inteiro texto de Marcos.
5. Mas antes de ouvirmos, pela primeira vez, a voz de Jesus, anotemos desde já dois notáveis dizeres do narrador, que atravessam em filigrana o inteiro Evangelho de Marcos, unindo os caminhos e os destinos de João Baptista, de Jesus e dos seus discípulos. O primeiro é este: «Depois de João ter sido entregue (paradothênai: inf. aor. pass. de paradídômi)» (Marcos 1,14). Trata-se de uma prolepse, que serve para ver já o que irá suceder a Jesus, acerca de quem o verbo será usado 13 vezes (Marcos 3,19; 9,31; 10,33; 14,10.11.18.21.41.42.44; 15,1.10.15), e aos seus discípulos (Marcos 13,9.11.12). O segundo é o uso do verbo «anunciar» (kêrýssô) para traduzir o afazer primeiro de Jesus (Marcos 1,14). E, mais uma vez, este verbo é um fio condutor que une Jesus (Marcos 1,14.38.39), João Baptista (Marcos 1,4.7), os Doze (Marcos 3,14; 6,12), algumas pessoas curadas por Jesus (Marcos 1,45; 5,20; 7,36) e a Igreja de Jesus (Marcos 13,10; 14,9). Fica, portanto, claro que, antes de pregar, ensinar e curar, Jesus, os seus discípulos, a sua Igreja, são mensageiros que anunciam em voz alta a mensagem de que são incumbidos. E é dito o conteúdo da mensagem: «O Evangelho de Deus» (Marcos 1,14). Sem equívocos então: a primeira coisa que fica expressa com esta linguagem, é que Jesus, o seu precursor (João Baptista) e seguidores (discípulos), se apresentam completamente vinculados a Deus e ao seu Evangelho [= «Notícia Feliz»], vivem de Deus e da Sua Notícia Boa, não agem por conta própria, não são emissores da sua própria sabedoria ou opinião.
6. E aí está então o primeiro dizer de Jesus, articulado em duas declarações inseparáveis: «Foi cumprido (peplêrotai: perf. pass. deplêróô) o tempo (ho kairós),/ e fez-se próximo (êggiken: perf. de eggízô) o Reino de Deus (he basileía toû theoû)» (Marcos 1,15). O acento cai sobre os dois perfeitos que abrem enfaticamente as declarações, e revelam que o Evangelho é em primeiro lugar o anúncio da inciativa divina, Deus em acção, que abre ao homem novas e belas perspectivas. O perfeito passivo (peplêrotai), que qualifica o kairós, indica bem que Jesus não se refere a qualquer segmento de tempo cronológico, mas àquele específico do cumprimento, posto expressamente sob a intervenção definitiva de Deus. Só Deus pode agir sobre o tempo cronológico, tornando-o kairós, tempo grávido de alegria e de esperança, entenda-se, da Palavra amante de Deus que, entrando em nós, reclama a nossa resposta amante e transforma a nossa vida. Uma vez mais, o anúncio precede a ordem: Jesus não começa com normas e exigências, mas assinala quanto Deus já fez e está a fazer, por sua gratuita iniciativa, em nosso favor. Só depois, e como normal consequência, surgem na boca de Jesus dois imperativos: «Convertei-vos» (matanoeîte) e acreditai (pisteúete) no Evangelho» (Marcos 1,15), que traduzem o que compete aos homens fazer. Jesus não é um moralista, mas um Evangelzador.
7. Após o drama do dilúvio (Génesis 9,8-15), Deus fala a Noé e aos seus filhos (Génesis 9,8), portanto, a toda a humanidade, anunciando que vai estabelecer a PAZ com todo o universo criado (Génesis 9,9-11), inclusive com os animais selvagens (Génesis 9,10): grandiosa abertura para o Evangelho. Sinal desta nova era de paz: Deus depõe o seu «arco-de-guerra» (arco-íris) nas nuvens (Génesis 9,12-17). O Desígnio de Deus anunciado será inexoravelmente cumprido. A paz para todos e para sempre, inaugurada em Cristo e sempre presente no seu programa filial baptismal, tem de estar igualmente presente no programa filial baptismal de cada baptizado.
8. «Na fé todos estes morreram, sem terem obtido a realização da promessa. Mas viram-na e acenaram-lhe de longe» (Hebreus 11,13). Belíssimo cenário de esperança! Todo o Antigo Testamento acena para Cristo, sua esperança. E como Deus não desilude, Cristo acena agora a todo o Antigo Testamento, levando a salvação de Deus a todos os homens e a todos os lugares, iluminando também a até então impenetrável região da morte (1 Pedro 3,18-20). Pedro dá testemunho da força do Evangelho e da Ressurreição de Cristo que nos constitui em «nova criação» pelo Baptismo (1 Pedro 3,21-22).

Por D. António Couto

5º Jantar Angariação de Fundos da Vida Norte


Caros Amigos

Venho apelar à V/ generosidade e Amizade, pois preciso(amos ) muito da V/ ajuda!

Tal como julgo que saberão, sou vice-presidente da Direcção da Associação Vida Norte ( ver em www.vidanorte.org ), instituição essa que dá apoio a raparigas/ mulheres que pretendem manter a gravidez até ao fim e aos bebés e ainda às respectivas famílias ( quando se verifica da necessidade de tal , pois entendemos que o crescimento da criança deve ser em ambiente familiar, procurando por isso, a Associação, dar todo o apoio que se verificar necessário para a geração da estabilidade dessa Família ).
Com a crise, este apoio é cada vez mais necessário e por isso, venho pedir a V/ preciosa ajuda e generosidade, que se poderá concretizar através da V/presença e de amigos no Jantar, apelando a que se tal for possível tentem preencher uma mesa de 10 a 12 pessoas (o que seria FANTASTICO e me sensibilizaria MUITO ).
Envio o texto para que assim possam divulgar, se acharem por bem, e agradeço antecipadamente a V/ ajuda e Amizade.
Na esperança de notícias para breve ( o ideal é que me fizessem o favor de informar até ao final da 1ª semana de Março como está a situação )
Domingos de Sousa Coutinho
            912175765      

Em 2008, 2009, 2010 e 2011 realizaram-se jantares de angariação de fundos da Associação Vida Norte.
Foram jantares no Hotel Porto Palácio, com cerca de 300 a 400 pessoas.
A mobilização de personalidades que nos “emprestam” o seu prestigio (ao evento e à  Associação) e, sobretudo, a ajuda que o evento representa para o reequilíbrio do magro orçamento com que gerimos o nosso dia-a-dia, são muito importantes para a Vida Norte.
Dado o aumento do número de famílias em situação difícil (particularmente grávidas ou mulheres com recém-nascidos), que nos procuram diariamente, as responsabilidades com que a Vida Norte se defronta não param de crescer. Só em 2011 ajudamos mais de 180 mulheres ( cerca de 500 pessoas considerando as crianças e familiares ).
Peço pois a V/ preciosa ajuda para nos ajudar a que este jantar seja um sucesso, conseguindo convidar amigos e familiares a estarem presentes ( cada mesa terá 10 a 12 pessoas, no máximo ) e a darem a sua contribuição caso não possam comparecer.

É certo que os tempos estão difíceis, mas, pensando bem, é claro para todos que essas dificuldades são mais sentidas por quem menos tem...e a Vida Norte sente-as cada vez mais.
Pedimos, assim, que se juntem a nós no próximo dia 17 de Março de 2012 para o Jantar do Vida Norte no Hotel Porto Palácio.
O preço é o mesmo dos anos anteriores – € 80/pessoa - e tem subjacente o objectivo de ajudar a Associação e, por isso, àqueles que nos vêm pedir ajuda!.
Entretanto já temos a confirmação da presença do Bispo do Porto, Reverendíssimo Senhor D Manuel Clemente e Dra Manuela Ferreira Leite na qualidade de Madrinha.

Fico na expectativa de muitas respostas positivas ( até dia 3 Março ), com amizade,
Domingos Bourbon de Sousa Coutinho

VIDA NORTE
Associação de Promoção e Defesa da Vida e Família

Av. Marechal Gomes da Costa, 516
4150-354 Porto
Tel.             226063046      
Geral: geral@vidanorte.org

Bento XVI no 7.º Encontro Mundial das Famílias


Confirmada viagem a Milão, entre 1 e 3 de junho


D.R. | Pormenor do cartaz do 7.º Encontro Mundial das Famílias
O Serviço de Informação do Vaticano (VIS) revelou hoje o programa oficial da viagem de Bento XVI a Milão, na Itália, para o encerramento do 7.º Encontro Mundial das Famílias, entre 1 e 3 de junho.
A iniciativa tem como tema ‘A família: o trabalho e a festa’, iniciando-se a 29 de maio.
“O trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as suas escolhas, influenciam os relacionamentos entre os cônjuges, e entre os pais e os filhos, incidem sobre a relação da família com a sociedade em geral e com a Igreja”, escreveu o Papa na carta enviada para a preparação deste encontro.
Bento XVI vai chegar ao aeroporto de Milão, cerca de 580 km a norte de Roma, pelas 17h00 locais (menos uma em Lisboa) do dia 1 de junho, seguindo para a Praça da Catedral, onde se vai dirigir pela primeira vez à população.
Às 19h15, o Papa assiste a um concerto, em sua homenagem, no Teatro La Scala.
No dia seguinte, pelas 10h00, decorre a celebração de laudes, com os padres, religiosos e religiosas da diocese milanesa, na catedral local.
A seguir, Bento XVI desloca-se ao Estádio Giuseppe Meazza, também conhecido como San Siro, para um encontro com jovens.
Na tarde desse sábado, tem lugar uma reunião com as autoridades civis de Milão, antes da participação, pelas 20h30, na ‘Festa dos Testemunhos’ inserida no Encontro Mundial das Famílias.
O programa de domingo, dia 3, inclui a celebração da missa, pelas 10h00, no Parque Norte, na periferia da cidade, durante a qual o Papa deve anunciar a sede do próximo encontro; o regresso a Roma está previsto para as 17h30.
Os Encontros Mundiais das Famílias iniciaram-se na capital italiana, em 1994, repetindo-se a cada três anos com o objetivo de “celebrar o dom divino da família” e aprofundar a “compreensão da família cristã como Igreja doméstica e unidade básica de evangelização”.
OC


in http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=89768

28 de Fevereiro de 2012

Missa Mensal - 3 Março 2012


Caríssimos Amigos,


A missa mensal das ENS do Sector Gaia, realiza-se no próximo sábado, dia 3 de Março de 2012, na Igreja Paroquial de Coimbrões, pelas 19:00 horas.


Contamos com a presença de todos e seria simpático, a exemplo das celebrações anteriores, que levassem algo (cachecol, lenço, crachá, pin, etc...) que identificasse as Equipas de Nossa Senhora.
Relembramos a passagem do Terço para a Gaia 13.
Contamos com a presença de todos.

Um grande bem hajam.
Até lá, ficamos em Oração.
A Equipa de Sector

Dia Mundial de Oração 2012



Tema: Deus ama a Justiça

O «Dia Mundial de Oração» é um movimento a nível internacional com expressão no nosso país há várias décadas. Existe a nível Norte uma Subcomissão, constituída por mulheres das Igrejas Lusitana, Católica Romana e Metodista, Baptista, Igreja dos Irmãos, Igreja Anglicana de S. James, Exercito de Salvação e Igreja Evangélica Alemã e que tem como principal objectivo a preparação e dinamização do Culto do Dia Mundial de Oração que se realiza sempre a nível mundial na primeira sexta-feira de Março.
Na cidade do Porto, esta celebração tem tido lugar em diversas Igrejas, congregando cristãos de diversas denominações, e está incluída no roteiro ecuménico de 2012.
A Celebração Ecuménica e Inter-confessional foi preparada pelo Comité do DMO da Malásia e adaptado ao
nosso Pais e à realidade actual.

Terá lugar no Porto nos dias:

       2 de Março, 21h30, Igreja Católica da Areosa, Porto
       3 de Março, 15h30, Igreja Evangélica Metodista do Mirante, Porto


Para mais informações, através do Telemóvel             964338003       (Isabel Cristina).